Na tarde de sol
Ela estava ali
O sol quarando a mágoa
A dor quarando a solidão
No canto da casa a bicicleta velha
No canto da mágoa a dor de quem se foi
E o sol quarando a mágoa
A dor quarando a solidão
Na velha despensa um resto de comida
No resto do peito o que sobrou do amor
O sol quarando a mágoa
A dor quarando a solidão
Quanta sensibilidade!
ResponderExcluirBelo poema. Gostei muito, Renato.
Parabéns!
ps: sempre leio o blog, mas nunca deixo comment. Rs...
abraços,
Camila Cunha
Olha só! :)
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