Lambi mesmo...
E lambo de novo!
Bobeia não! Bobeia não!
Quem que mandou cair do ombro pro colo?
Quem te ensinou a ter um sono tão doce?
Qual era o sonho, menina?
O que te fez abrir os lábios pequenos,
pedindo atenção?
Queria tanto que você me visse
te vendo dormir...
Bobo, babão, inteiro...
Mas não quis te acordar pra isso...
Sabe o que é, Bonitinha?
O Tempo passa feito estrada à noite,
balançando o colo que te nina e acalma...
Passa e chega...
Passa e vai...
E aí, eu lambo mesmo!
Bobeia pra ver!
Se eu te acordei, não me desculpa não!
Foi sem querer, mas, mesmo assim, eu quis!
Pois vai que amanhece antes da hora?
Vai que eu cochilo e perco o despertar?
Quero te ver dormir, Bonitinha,
só pra te ver abrir os olhos, sem pressa,
e saber que eu tava ali, por perto,
olhando...
Mas se demorar...
Bobeia não,
que eu lambo!!!
(Renato Luciano / Rodrigo Sestrem)
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Cinco mil e dois
Cinco mil pessoas e uma musiquinha tocava só pra gente
Cinco mil cabeças
Cinco mil invejas
Cinco mil vizinhos reclamavam da música que tocava dentro da gente
E quanto mais reclamavam
Mais a gente dançava
A valsa do peito da gente
E quanto mais a gente dançava
Mais se comentava
Da violeta alma da gente
E nessa dança egoísta
As nossas almas riam
As almas gêmeas da gente
E a vizinhança desejava
Que se futucasse
pois havia de ter algo escuro
Bem lá no fundo da gente
E quanto mais escurecia,
mais se cegava
do sol que ardia nos olhos da gente...
e dessa praia inventada
os beijos eram a areia
virando castelos pra gente...
e quanto mais a gente morava,
mais vizinhos reclamavam
da música de dentro da gente
E a vizinhança desejava
só que se calasse
pois havia de ter algo puro
que não viesse da gente...
E quanto mais eles esperavam,
mais a gente ria...
e ria...
e ria...
( Renato Luciano / Rodrigo Sestrem)
Cinco mil cabeças
Cinco mil invejas
Cinco mil vizinhos reclamavam da música que tocava dentro da gente
E quanto mais reclamavam
Mais a gente dançava
A valsa do peito da gente
E quanto mais a gente dançava
Mais se comentava
Da violeta alma da gente
E nessa dança egoísta
As nossas almas riam
As almas gêmeas da gente
E a vizinhança desejava
Que se futucasse
pois havia de ter algo escuro
Bem lá no fundo da gente
E quanto mais escurecia,
mais se cegava
do sol que ardia nos olhos da gente...
e dessa praia inventada
os beijos eram a areia
virando castelos pra gente...
e quanto mais a gente morava,
mais vizinhos reclamavam
da música de dentro da gente
E a vizinhança desejava
só que se calasse
pois havia de ter algo puro
que não viesse da gente...
E quanto mais eles esperavam,
mais a gente ria...
e ria...
e ria...
( Renato Luciano / Rodrigo Sestrem)
Pra não haver mais engano
Grita, amor da minha vida
Grita pra eu te perceber
Grita, que eu já tô gritando aqui
E o meu grito tem atraído tanto cravo
No lugar de você, jasmim
E eu ando cansado de cravos
Eu ando exausto de dor
Faz assim: Canta
Mas canta bem baixinho
Assim só eu vou te ouvir
Mas canta hoje, amor da minha vida
Não me deixe nem mais um dia assim
Porque pior que a solidão
é pensar que era você aqui
Grita pra eu te perceber
Grita, que eu já tô gritando aqui
E o meu grito tem atraído tanto cravo
No lugar de você, jasmim
E eu ando cansado de cravos
Eu ando exausto de dor
Faz assim: Canta
Mas canta bem baixinho
Assim só eu vou te ouvir
Mas canta hoje, amor da minha vida
Não me deixe nem mais um dia assim
Porque pior que a solidão
é pensar que era você aqui
(Renato Luciano)
Passarinho Protitoti ( Música)
Eu aprendi a andar sozinho
Acordar todas as manhãs
A ver as coisas como elas são
Eu não conheço o meu caminho
Não sei aonde estou
Nem pra onde vou
De madrugada vejo o sol nascer
Eu até já me acostumei
Mas eu encontrei um passarinho
Ele me disse que eu não vou voar
Mas posso cantar uma canção
Lê rê iê rê iê
Já sei andar sozinho
Já posso até olhar
As flores do caminho
Posso até voltar
Posso até cantar sem medo
É que eu encontrei um passarinho
E ele me disse que eu não vou voar
Mas posso cantar uma canção
Lê...
(Renato Luciano/ Maurício Fabiano)
A Grande festa (Música)
Jogo de bola de gude
Brincadeira de sabão
Um muci de cholate
Com sorvete de limão
Não estudar depois da escola
Assistir televisão
Qualquer brincadeira
Só que a tarde inteira
Sem hora pra terminar
Bruxa ou pirata
Boneco de lata
Já vai começar
Bola de encher dindê
Bola de soprar dindá
Coisas pra comer dindê
Coisas pra brincar dinda
Doce de pudim dindin
Docinho de vó dindó
É bom pra chuchu dindú
Quanto mais melhor dindó
(Renato Luciano/ Léo Pinheiro)
(Renato Luciano/ Léo Pinheiro)
Voz ( Música)
Minha alma está dispersa
Eu não consigo cantar
Minha voz está deserta
Por falta de quem amar
Eu deixei a porta aberta
Antes de você pensar em ir
No meu canto salta a voz da solidão
E há quem diga que a paixão
Ainda existe por aqui
Quando eu descobri
Uma canção de amor
De cantador rural
De cantador
Eu vou seduzir
Rios e ribeirões
Amores e paixões
E substituir
Esta poesia tosca
Essa chatice que sai da minha voz
(Renato Luciano)
Bendita seja
Bendita seja a mulher do pescador que espera aflita sua chegada no porto
Bendita seja a mulher do artista que canta sua canções, distante, na falta do homem amado
Bendita seja toda e qualquer mulher de viajante, mas mais abençoadas são aquelas que não suportaram esperar, pois deram a eles a chance de conhecer um novo cais; um novo lugar; um novo amor a cada instante
(Renato Luciano)
Bendita seja a mulher do artista que canta sua canções, distante, na falta do homem amado
Bendita seja toda e qualquer mulher de viajante, mas mais abençoadas são aquelas que não suportaram esperar, pois deram a eles a chance de conhecer um novo cais; um novo lugar; um novo amor a cada instante
(Renato Luciano)
Pra tomá café (Música)
Já é madrugada
Rio de Janeiro, gente na calçada e eu pensando:
Moça, passa lá em casa pra tomá café
São quase seis horas
Tá chegando a hora de eu ir para o Oswaldo
Eu eu pensando:
Moça passa lá em cas pra tomá café
Passos na calçada
Piso na titica (sorte desgracada) e só pensando:
Moça passa lá em casa pra tomá café
Baté o desespero
Pra tomar um banho
E na FM toca Léo pinheiro e na cabeça:
Moça passa lá em casa pra tomar café
Fome desgraçada
Já quase nem lembro
Terminou agosto, começou setembro e eu só pensando:
Moça passa lá em casa pra tomá café
Faz uma semana
Que eu quase não durmo
Terminou setembro, começou outubro e eu só pensando
Moça passa lá em cãs pra tomá café
Vagando (Música)
Porque será
Que as vezes eu quero andar por aí
Mesmo sabendo que não tenho aonde ir
E o meu olhar só que olhar o seu
E a minha mão só quer te procurar
Pra que dizer
Que não quer mais me ver andar por aí
Vagando sem saber nem ter pra onde ir
E que o seu olhar não quer olhar o meu
E a sua mão não que me procurar
Mas o meu corpo só quer descansar
E o meu amor só quer amar você
(Renato Luciano)
É docê (Música)
Meu amor,
Ollha só o que eu te escrevi
Não repare nem me leve a mal
Quantos Jobins
Quantos poetas
Quantas canções
Falam de amor de um jeito lindo
Eu aprendi
Não sou poeta
Mas eu gosto mesmo é doce
E fiz essa canção bonitinha
Pra falar que gosto é doce
(Renato Luciano)
Conto de saudade (Música)
A muito tempo ela nos deixou
Nem um bilhete ou verso ficou
Não há tristeza que arde demais
Quanto a saudade que eu vejo no pai
Desde pequeno vendo a procissão
Espero lá em casa com a santa na mão
Pai, reza pra ela que a mãe vai voltar
Filho, quem parte é quem não sabe amar
Abre a porteira o sol já raiou
Faço um pedido ao nosso senhor
Pai, fica bão que a mãe vai voltar
Filho, a saudade não sabe esperar
Quem tem saudade não sabe esperar
E quem partiu é quem não sabe amar
Quardo um pedaço de mim pra quando ela voltar
(Renato Luciano)
Ciranda Gigante ( Música)
Pra quê
lembrar valentia,
se a minha poesia
ficou com você?
Pra quem
importa se um dia
a estrada em que eu ia
partiu de você?
Eu vi
ciranda gigante
diante da praça
em frente ao jardim
E eu,
sozinho, pedia
que a sua folia
dançasse pra mim...
É que eu espero
que qualquer dia
minha poesia seja parte de você...
E ainda quero
que a tal valentia
se entregue à folia
mesmo sem saber por quê...
Pra quê
importa se um dia
a estrada em que eu ia
ficou com você?
Pra quem
lembrar valentia:
a minha poesia
partiu de você.
Eu vi!
Sozinho, eu pedia
a sua folia
em frente ao jardim.
E eu,
Ciranda Gigante,
diante da praça
dançava pra mim...
lembrar valentia,
se a minha poesia
ficou com você?
Pra quem
importa se um dia
a estrada em que eu ia
partiu de você?
Eu vi
ciranda gigante
diante da praça
em frente ao jardim
E eu,
sozinho, pedia
que a sua folia
dançasse pra mim...
É que eu espero
que qualquer dia
minha poesia seja parte de você...
E ainda quero
que a tal valentia
se entregue à folia
mesmo sem saber por quê...
Pra quê
importa se um dia
a estrada em que eu ia
ficou com você?
Pra quem
lembrar valentia:
a minha poesia
partiu de você.
Eu vi!
Sozinho, eu pedia
a sua folia
em frente ao jardim.
E eu,
Ciranda Gigante,
diante da praça
dançava pra mim...
Blues da Bailarina ( Música)
Quando meu pai foi embora eu chorei
Quando você foi embora eu fiquei
Quanta saudade ausente em nós dois
Quanta alegria se sente depois
É hora de dançar com outro
Que eu vou cantar sozinho
(Renato Luciano)
(Renato Luciano)
É hora de almoçar (Música)
Rosto de mãe
Saudade braba
Canto de sabiá
Fogão de lenha
Giro na praça
Lá vai nóis passeá
E a moça bonita colhendo os versos
Que escorrem do lugar
Quando a gente vai embora a mãe da gente chora
Banho de rio
Tia risonha
Senta pra conversar
Saudade braba
Peito rachando
Vontade de voltar
Cachorro latindo
E a vó chamando:
É o hora de almoçar
Quando a gente vai embora a mãe da gente chora
No seu lugar (Música)
Minha voz agora se calou
Cadê você aqui?
Minha paz agora terminou
Cadê você aqui?
Mas a vida vai passar
E a gente vai descobrir
Que pode ser feliz
Tan tan tan
Quem bateu?
Pode entrar
É outra no seu lugar
(Renato Luciano)
Vermelho (Música)
Como é vermelha a paixão
Como é vermelho o pôr do sol
Como a saudade dói
Eu resolvi ficar
Como é vermelha a macã
Do rosto de quem não sabe falar
Como é vermelho tudo que arde
Como é vermelha essa canção
(Renato Luciano)
Moça na Janela (Música)
Pai maltratando filho
Mãe com alma de madrasta
Mar vomitando lixo
Terra chicoteada
Gente gritando acode
Outros gritando espera
E a moça na janela
Querendo me ouvir cantar
E verso que eu canto é choro
É inverso ao mundo inteiro
É o erro vindo ligeiro
Tentar um solo no coro.
Ser pai já não é divino
O sangue secou sem cor
Não dá pra tirar nem pôr
Nem dá pra tocar sino
Da mão que rege o chicote
Do mar já tão nauseado
O Amor já chega estragado
Vem pronto pra dar o bote
Cansada de tanto grito
Minha moça da janela
Jogou fora seus livros
Rasgou a sua aquarela
E foi vigiar a estrada
Já sem esperar mais nada
Sonhando que eu era dela
Onde tudo tem e tudo falta (Música)
Me vale, meu São José
Acode, santo qualquer!
Me mostra por onde ir,
Acode que eu vou partir...
Contam que o Amor, já descontente
quis fugir pra longe da cidade...
E assim nasceu, linda e cadente,
uma estrela chamada Saudade.
Pois enquanto aí a noite é alta
aqui ela é cinza e toca o chão...
É onde tudo tem e tudo falta,
e o que mais me falta é o teu portão.
(Léo Pinheiro / Renato Luciano / Rodrigo Sestrem)
Acode, santo qualquer!
Me mostra por onde ir,
Acode que eu vou partir...
Contam que o Amor, já descontente
quis fugir pra longe da cidade...
E assim nasceu, linda e cadente,
uma estrela chamada Saudade.
Pois enquanto aí a noite é alta
aqui ela é cinza e toca o chão...
É onde tudo tem e tudo falta,
e o que mais me falta é o teu portão.
(Léo Pinheiro / Renato Luciano / Rodrigo Sestrem)
Sintoma de abandono( Música)
Ela me disse
que era hora de ir embora
que o homem, quando chora,
não vale a pena ficar
e eu parado
secando a chuva dos óio,
quanto mais choro e não móio
mais difícil disfarçar!
Cidade grande
é coisa muito interessante
cabra macho retirante
traz peixeira e traz punhá!
Mas no primeiro
sintoma de abandono
cabra macho perde o sono
e já sente a faca envergá...
E quanto mais
o tempo vai passando
a cidade vai buzinando
as histórias do lugar
Quem sabe agora
esse homem já não chora
pois quando a saudade aflora,
logo começa a cantar!
(Renato Luciano/ Rodrigo Sestrem/ Léo Pinheiro)
que era hora de ir embora
que o homem, quando chora,
não vale a pena ficar
e eu parado
secando a chuva dos óio,
quanto mais choro e não móio
mais difícil disfarçar!
Cidade grande
é coisa muito interessante
cabra macho retirante
traz peixeira e traz punhá!
Mas no primeiro
sintoma de abandono
cabra macho perde o sono
e já sente a faca envergá...
E quanto mais
o tempo vai passando
a cidade vai buzinando
as histórias do lugar
Quem sabe agora
esse homem já não chora
pois quando a saudade aflora,
logo começa a cantar!
(Renato Luciano/ Rodrigo Sestrem/ Léo Pinheiro)
Estivador (Música)
Ele subiu o prédio assim
Com os olhos cheios d'água
Fez um recorte de jornal dizendo
que não ia mais voltar
E assim ele se foi
Eu bem me lembro
Eu bem me lembro
Qual olhos do estivador
que vê o barco indo
Mas não vê voltar
Sobre as ruínas desse prédio antido
Terminou aquela história
Na imagem de um rapaz ferido
Que já teve alguém pra amar
Só que um dia ela se foi
Fez do moço solidão
Quando ele a viu partindo
Pra não mais voltar
(Renato Luciano)
Flor do campo (Música)
Ela é feito louca
Uma Flor do campo
A cara de cravo
O cheiro de jasmim
Quanto mais olhava
Mais me rejeitava
E eu bobo gritava
Querendo pra mim
Um cheiro de rosa
Uma flor
Um vício
E eu quase pulando de um precipício
Meu desejo louco
E ela desfazendo
Ela ia embora
Eu saia correndo
Eu menino ingênuo
De Minas Gerais
Quanto mais chorava
Ela pisava mais
Mas agora eu grito
Qual é o meu desejo
Vá para o inferno
E me deixa em paz
(Renato Luciano)
Uma Flor do campo
A cara de cravo
O cheiro de jasmim
Quanto mais olhava
Mais me rejeitava
E eu bobo gritava
Querendo pra mim
Um cheiro de rosa
Uma flor
Um vício
E eu quase pulando de um precipício
Meu desejo louco
E ela desfazendo
Ela ia embora
Eu saia correndo
Eu menino ingênuo
De Minas Gerais
Quanto mais chorava
Ela pisava mais
Mas agora eu grito
Qual é o meu desejo
Vá para o inferno
E me deixa em paz
(Renato Luciano)
Mal me quer (Música)
Chegou a hora de brincar de mal me quer
Só vale dizer a verdade
A verdade e nada mais
Da nossa valsa na calcada
O sapato desgastou
Na nossa alma de varanda
O teto desmoronou
Sua alma de vingança minha cara de senhor
Brota o sorrido sem graça some a voz do cantador
Mas se for pra dizer a verdade
Dos dois quem sente mais saudade
Sou eu
(Renato Luciano)
Casinha Singela
Minha casa é muito simples. Não tem muros nem escadas; o piso é de tábua e o teto de sapê. Não ha fartura de nada. Mas se quiseres morar comigo, amor, nada lhe deixo faltar. Cubro-te com minha alma nas noites frias; do meu sentimento dou-lhe de beber. E se não for o suficiente faço de mim o teu tapete; a tua cama e tudo que precisares. Se ainda assim quiseres mais dou-lhe todo o impossível: o que tenho e o que não tenho. E se não te satisfizeres faço-me teu livro e tua canção de ninar pra acalmar tua alma. Posso me fazer multidão se sentires algum dia solidão. Mas se desejares, ainda assim, um pouquinho mais. Vá pra puta que pariu desgraçada! Fica na casa da sua mãe mesmo filha da puta! Paciência tem limites!
Renato Luciano
Renato Luciano
Das bobagens que me irritam
Toda vez que alguém reduz um nome a uma sílaba, eu fico irritado. Sei que é uma forma de carinho, mas é loucura porque se usar duas sílabas eu não me encomodo. Por exemplo: Madelena virar Madá,acho o máximo, carinhoso, me dá até uma coisa boa. Mas se chamarem de Má, eu tenho uma vontade imediata de por fogo nessa pessoa. Mas sempre consigo me conter. Pelo menos até agora.
Obviamente que isso não se aplica aos amigos, ou seja, eles podem chamar o Rodrigo de Rô; a Fernanda de Fê, numa boa, que eu vou sentir, no máximo, uma vontade longe de quebrar um dedinho ou furar uma retinazinha. Nada demais!
Sobre o "Diário de bolso"
Antes de tomar a decisão de fazer o"Diário de bolso" sentamos eu; o Renato Luciano; o filho do meu pai que não é meu irmão comigo e discutimos quem além de nós visitaria essa página. A resposta é: Ninguém. E a contra resposta é: foda-se. Acontece que eu tenho aversão à idéia da "síndrome de Claudiney Soares". Claudiney Soares é aquele cantor de bar fracassado que se acha o máximo e que chama o Zé Ramalho de Zé! Enfim, pra se ter um blog é preciso ter seguidores e esse não tem ninguém além dos meus companheiros aí de cima(acho que essa parte ficou tristinha, não?). Entretanto, agora eu tô com uma mania braba de acordar de madrugada para escrever e eu preciso colocar isso em algum lugar. Então, minha senhora, se por acaso a senhora vir isso aqui não é nada demais, não. Fica à vontade, fuça como quiser e pode me esculhambar também.
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