Pra quê
lembrar valentia,
se a minha poesia
ficou com você?
Pra quem
importa se um dia
a estrada em que eu ia
partiu de você?
Eu vi
ciranda gigante
diante da praça
em frente ao jardim
E eu,
sozinho, pedia
que a sua folia
dançasse pra mim...
É que eu espero
que qualquer dia
minha poesia seja parte de você...
E ainda quero
que a tal valentia
se entregue à folia
mesmo sem saber por quê...
Pra quê
importa se um dia
a estrada em que eu ia
ficou com você?
Pra quem
lembrar valentia:
a minha poesia
partiu de você.
Eu vi!
Sozinho, eu pedia
a sua folia
em frente ao jardim.
E eu,
Ciranda Gigante,
diante da praça
dançava pra mim...
lembrar valentia,
se a minha poesia
ficou com você?
Pra quem
importa se um dia
a estrada em que eu ia
partiu de você?
Eu vi
ciranda gigante
diante da praça
em frente ao jardim
E eu,
sozinho, pedia
que a sua folia
dançasse pra mim...
É que eu espero
que qualquer dia
minha poesia seja parte de você...
E ainda quero
que a tal valentia
se entregue à folia
mesmo sem saber por quê...
Pra quê
importa se um dia
a estrada em que eu ia
ficou com você?
Pra quem
lembrar valentia:
a minha poesia
partiu de você.
Eu vi!
Sozinho, eu pedia
a sua folia
em frente ao jardim.
E eu,
Ciranda Gigante,
diante da praça
dançava pra mim...
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